"Ao discursar durante a cerimônia de comemoração dos 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quarta-feira (14) o projeto contra castigos físicos afirmando que punição e chicotada não resolvem os problemas de educação e ainda disse que nunca bateu nos filhos dele.
Governo modifica Estatuto da Criança e Adolescente - Lula defende projeto contra palmadas e diz que "beli...Se chicotada resolvesse, não tinha tanto bandido no...» ver as 29 relacionadas
Lula também falou de desafios como o combate ao uso do crack: Uma droga que é a mais mortal de todas, que no mundo não existe especialista para cuidar. O presidente pregou mais diálogo entre pais e filhos e ainda disse que apenas bons pais poderiam ser bons governantes e afirmou que o governo tem a intenção de cuidar das crianças do Brasil como a gente cuida das crianças dentro de casa.
Sobre a polêmica em torno das palmadas e beliscões, criticadas pelo ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, como uma forma de reducionismo do projeto monopolizar apenas esses temas mesma posição do ministro da Secretaria de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi , Lula disse que beliscão dói pra cacete.
Projeto
O governo enviou nesta quarta ao Congresso o projeto de lei que pretende acabar com as punições físicas de pais e educadores contra crianças e adolescentes. O texto faz alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que completa 20 anos.
Oficialmente, a norma já trata das questões de maus-tratos, mas o governo alega que a legislação é genérica e precisa ser mais específica no que diz respeito aos castigos de pais aos filhos. Tanto o ministro Luiz Paulo Barreto, quanto Paulo Vannuchi afirmaram que a intenção do projeto de tipificar na lei a proibição de castigos físicos não é criminalizar os pais, mas evitar que tragédias como o caso Isabella Nardoni continuem acontecendo. Caso a lei seja aprovada, quem a infringir poderá receber penalidades como advertências, encaminhamentos a programas de proteção à família e orientação psicológica."
Fuente: JusBrasil
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